segunda-feira, 18 de novembro de 2024

Assembleia elege e empossa Conselho Fiscal da ABLA

 


Reunidos em Assembleia Geral realizada ontem, dia 18 de novembro, associados da Academia Bananeirense de Letras e Artes, sob a presidência de Terezinha Campos, elegeram três membros titulares e três suplentes para o Conselho Fiscal, biênio 2024-2026.

Foram eleitos como titulares: Pedro Batista de Andrade, Maria Mércia Barbosa do Amaral Muniz e Alberto Jorge Santos Ferreira. Suplentes, Joilson Custódio, Ana Maria de Almeida Rodrigues e Mauro José Gomes Ribeiro. 

De acordo com o Art. 6º do Estatuto Social, poderá haver também comissões para desenvolver atividades necessárias ao cumprimento das finalidades da ABLA, e a Comissão de Finanças é constituída de Alberto Jorge e Antonio Carlos dos Santos Pereira, atual tesoureiro.

Na ocasião, foram alteradas datas na programação do projeto “Bananeiras em Cores e Versos”, que terá início em 11 de dezembro, finalizando no dia 14.  

A assembleia também aprovou a participação da ABLA em eventos culturais como o 1º Festival Literário Internacional da Paraíba – FliParaíba, que acontece em João Pessoa de 28 a 30 de novembro, no Centro Cultural São Francisco, e na Feira Internacional de Economia Criativa do Sebrae, dias 23 e 24 de novembro em Cabedelo.

Formada comissão para elaborar minuta do Regimento Interno, que deverá ser apreciado em reunião no dia 14 de dezembro.

 

 

 

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Cineasta da Academia Bananeirense de Letras e Artes tem filme selecionado para mostra competitiva do Fest Aruanda

 


O acadêmico Joilson Custódio teve seu curta metragem “Breu” selecionado para a mostra competitiva de curtas paraibanos na 19ª edição do Fest Aruanda, que será realizado de 05 a 11 de dezembro na rede Cinépolis (Manaíra Shopping) com entrada franca ao público nos três turnos (manhã, tarde e noite).

Sinopse do filme “Breu”: Na escuridão, três homens à procura de algo valioso que pode mudar suas vidas. No entanto, antigas desavenças podem desencadear uma tragédia. O filme contou com o apoio cultural da Academia Bananeirense de Letras e Artes, da qual Joilson Custódio é fundador.

“Viva o cinema paraibano, que mostra sua força mais uma vez, agora, nessas dez produções que atestam a maneira corajosa em explorar temas espinhosos, como violência e os preconceitos de toda ordem no seio da família e na sociedade e a finitude da vida, em retratos comoventes sobre a morte e pertencimento. Os curtas metragistas usam diversos dispositivos narrativos para dar conta de forma mais complexa desse manancial de histórias e temas. Cabe ainda salientar que a maior parte dos 10 curtas selecionados foram produzidos fora da capital, João Pessoa, oito curtas dos 10, foram feitos em cidades do interior da Paraíba, um marco”, segundo o curador do Fest Aruanda, Amilton Pinheiro.

“Produção curta-metragista paraibana mantém-se fiel à sua tradição histórica enquanto categoria de mais forte expressão audiovisual. Mais uma vez se justifica apostar numa mostra exclusiva só para curtas paraibanos, especialmente com presença hegemônica de filmes rodados no interior da Paraíba, demonstração indiscutível da descentralização da produção ”, disse Lúcio Vilar, diretor e curador.

sábado, 12 de outubro de 2024

Elisandra Neves ingressa na Academia Bananeirense de Letras e Artes

 

A cineasta Elisandra Neves tomará posse como nova imortal da Academia Bananeirense de Letras e Artes, aprovada que foi em assembleia realizada no dia 11 de outubro.

“Para mim é uma honra fazer parte desse ambiente concentrado de cultura, na busca da preservação da memória cultural bananeirense e pelo seu desenvolvimento”, afirmou Elisandra.

Elisandra Neves ocupará a Cadeira nº 18, que tem como patrono o operador cinematográfico José Salustiano, conhecido como Zé do Cinema ou Zé do Padre, misto de sacristão e operador dos projetores e do sistema de som do cine teatro Excelsior. Zé do Cinema tornou-se símbolo dessa expressão cultural em Bananeiras. 

 

 

 

sexta-feira, 11 de outubro de 2024

ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA - 11/10/2024

 

  


ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA ACADEMIA BANANEIRENSE DE LETRAS E ARTES  - 11/10/2024

Aos onze dias dias do mês de outubro de dois mil e vinte e quatro, com convocação conforme o Estatuto, reuniram-se os associados na sede da Academia Bananeirense de Letras e Artes, na Rua Targino Neves, 229, Sala 3, centro, Bananeiras, Estado da Paraíba, com presenças de Terezinha Campos, Fábio Mozart, Mauro José Gomes, Oséas Almeida Neto, Antonio Carlos dos Santos Pereira, Elisandra Oliveira das Neves, Leucimar Santos Silva e Pedro Batista de Andrade, devidamente registradas em lista de presença, a Presidente Teresinha Campos, após constatar o quórum regimental, declarou regularmente instalada a Assembleia Geral Extraordinária, solicitou ao Secretário para proceder à leitura da ata anterior, que foi aprovada e assinada pelos presentes. Com a palavra, Elisandra Oliveira fez breve resumo de sua biografia, dizendo-se honrada em fazer parte da ABLA, assinando ficha de sócio e Carta de Anuência. Oséas Almeida Neto, Antonio Carlos dos Santos e Pedro Batista de Andrade manifestaram palavras de boa acolhida à nova confreira, “que vem para somar com seu talento, uma jovem artista bananeirense que sempre demonstrou atenção e respeito pela cultura de sua terra”. O Secretário Fábio Mozart informou que os confrades Joilson Custódio, Maria Mércia Barbosa, Ana Almeida, Marluce de Azevedo e Alberto Jorge Souto justificaram as ausências. Das cinco candidatas ao quadro de sócio da ABLA, Guany Campos e Magna Vanderleide Fontes justificaram ausências na assembleia de apresentação. Helaine Cibely e Marta Ramalho não se manifestaram. A nova associada, Elisandra Oliveira das Neves, recebeu como patrono da Cadeira 18 o operador cinematográfico José Salustiano, conhecido como Zé do Cinema ou Zé do Padre, misto de sacristão e operador dos projetores e do sistema de som do cine teatro Excelsior. Zé do Cinema tonou-se símbolo dessa expressão cultural em Bananeiras. Antonio Carlos dos Santos apresentou proposta para a ABLA encaminhar expediente à Secretaria Municipal de Educação para que fosse introduzido na rotina das escolas públicas o estudo e a execução do Hino da Municipalidade, letra de Dionísio Maia e música do maestro Minervino Silva, obtendo aprovação. Para ele, o Hino do Município representa seu povo, sua história, enfim, sua cultura, e desenvolve o senso de pertencimento, “aquela percepção de alguém fazer parte de uma comunidade, de uma família, de um grupo, de uma cultura”. O maestro Pedro Batista de Andrade falou sobre o Programa de Inclusão Através da Música e das Artes - PRIMA, que se desenvolve na Escola dos Sonhos e “abraça uma missão que vai muito além do ensino musical, direcionando sua energia para o fortalecimento da cidadania de seus participantes e para a promoção da inclusão, da democratização do acesso à arte e da difusão da música em sua rica diversidade”. Ficou definido que os jovens músicos do PRIMA em Bananeiras serão convidados para os próximos eventos públicos da ABLA, principalmente no projeto “Bananeiras em cores e versos”. Terezinha Campos leu a biografia de Guiany Coutinho, justificando sua ausência na presente Assembleia. Fábio Mozart apresentou proposta de criação da Medalha de Honra ao Mérito Ismael Freire, concedida a pessoas ou grupos que se destacam com suas realizações notáveis nas áreas cultural e social, com aprovação. O próprio Fábio Mozart dispõe-se a doar 20 medalhas para serem entregues durante a diplomação dos novos membros. Cada sócio ou sócia apresentará um nome a ser condecorado. Antonio Carlos dos Santos apresentou proposta, aprovada, para construção de calendário de atividades para 2025 e ocupação da sede da ABLA com ações dos sócios que poderão ministrar cursos e outras atividades, além de se designar sócios voluntários em revezamento para dar expediente por, pelo menos, dois dias durante a semana. Nada mais havendo a tratar, lavrei e assinei a presente ata, declarando tudo por verdadeiro nos termos acima escritos.

 

Bananeiras, 11 de outubro de 2024

 

Fábio Mozart - Secretário




 

 

 

 


 

sábado, 14 de setembro de 2024

Padre Emiliano aponta desinteresse das academias e propõe encontro decisório

 


O padre Emiliano Camilo, Presidente da Academia Guarabirense de Letras e Artes “Casa Marisa Alverga”, destacou a ausência das lideranças das academias convidadas para o segundo encontro do MUAP (Movimento Unificado das Academias Paraibanas), ocorrido em Sapé no dia 14 de setembro, tendo como anfitriã a Academia Sapeense de Letras, Artes e Cultura. “Por aparente desinteresse da maioria, nós somos frágeis enquanto movimento coletivo de produção cultural, e não é justo que só alguns compareçam a esses encontros, onde perdemos nosso tempo porque as propostas não avançam, justamente pela ausência da maior parte dos presidentes das academias”, afirmou ele. O padre Emiliano apresentou proposta da realização de outro encontro, que seria determinante para a continuidade do movimento. “Se não alcançarmos quórum qualificado de presidentes de academias nessa reunião, deveremos repensar sobre a continuidade do movimento”, exprimiu o padre. Após debate entre os presentes, ficou marcado para o dia 9 de novembro a próxima e, talvez, derradeira reunião do MUAP, ainda na cidade de Sapé.

Estiveram presentes Neide Nogueira, Ana Maria Almeida e Sérgio Beltrão, de Sapé, Fábio Mozart, de Itabaiana, Padre Emiliano Camilo e Elias dos Santos, de Guarabira, Edielson Gonçalves de Bayeux, Manuel Batista de Mari e Goreth Mangueira, de Santa Rita. O cordelista Fábio Mozart, Presidente da Academia de Cordel do Vale do Paraíba e integrante da Academia Bananeirense de Letras e Artes, justificou a ausência da Presidente da entidade, professora Terezinha Coutinho, por ter mobilidade física reduzida, sendo representada na reunião pela confreira Ana Maria Almeida.

Fábio Mozart, afirmou que a ausência de alguns não pode ser motivo de desmotivação. Em seguida, apresentou proposta de projeto comum de ações culturais para circulação entre as academias. Cada academia apresenta seu programa para intercâmbio (sarau, lançamento de obras, música, espetáculos cênicos, palestras, apresentação de corais, bandas e grupos folclóricos, roda de capoeira, exposição de livros e realização de cursos breves), onde cada academia montaria seu calendário para circulação.

Manuel Batista sugeriu a montagem de um projeto “guarda-chuva”, reunindo todas as academias, para realização da circulação proposta por Fábio Mozart, com recursos de editais públicos de apoio cultural e patrocínio da iniciativa privada, buscando ainda parcerias com universidades e outras instituições. Para ele, as academias não devem ser apenas locais de livros e velhos, conforme afirmou um intelectual brasileiro, e sim instituições vivas, que possam dialogar com os poderes públicos na busca de mudança da realidade educacional e cultural dos municípios, citando a cidade de Mari, que está entre as quatro piores no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Em contraposição, o padre Emiliano afirmou que não é papel das academias de letras ir de encontro às autoridades, porque não é sua atribuição oferecer qualidade nos serviços públicos, e sim função dos municípios, estados e Governo Federal.  

Ao final do encontro, foi oferecido coffee break aos presentes, que ainda receberam botton da Academia Sapeense de Letras, Arte e Cultura, presenteados pela confreira Ana Maria Almeida.  

 

sexta-feira, 13 de setembro de 2024

NOTA DE ADIAMENTO

 


A Academia Bananeirense de Letras e Artes informa que a Assembleia Geral marcada para o dia 13 de agosto foi adiada para o dia 11 de outubro, no mesmo local e horário.

A Diretoria agradece a compreensão de todos e todas.

 

                   Bananeiras, 13 de agosto de 2024  

 

sábado, 7 de setembro de 2024

Escritora bananeirense postula cadeira na Academia de Letras

A escritora e terapeuta Guiany Campos Coutinho pretende requerer lugar na Academia Bananeirense de Letras e Artes, entidade que já abriga sua mãe, Terezinha Campos, ocupando no momento atual a função de Presidente.

Ao todo, são 40 membros efetivos na ABLA. Qualquer um pode se candidatar a uma vaga. Basta ser indicado por um sócio, ser bananeirense nato ou que tenha efetivamente desenvolvido atividades culturais ou ações em favor da cultura literária ou artística. No caso do merecimento intelectual, é necessário ter publicado pelo menos uma obra, em qualquer gênero literário, que seja reconhecida por sua qualidade. De acordo com o Estatuto da ABLA, a função de cada um é zelar e cultivar a língua e a literatura brasileiras. Isso acontece por meio de reuniões mensais, nas quais os confrades e confreiras discutem as atividades a serem realizadas pela Academia, como palestras, oficinas e círculos literários.

Guiany Campos Coutinho é especialista em Direitos Humanos, tendo publicado o livro “Caminho para a liberdade – Viva a vida sem droga”.

Resolução da diretoria declara vagas cadeiras na ABLA

  ACADEMIA BANANEIRENSE DE LETRAS E ARTES   RESOLUÇÃO DA DIRETORIA 02/2025   Remaneja sócios para a categoria de sócios corresponden...